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Lei prevê gratuidade para idosos em coletivo urbano de Cordeirópolis
Daíza Lacerda
Para a obtenção, o idoso deverá apresentar qualquer documento que comprove a idade
Lei aprovada no final do mês passado pela Câmara de Cordeirópolis garante a gratuidade da passagem do transporte coletivo urbano para idosos acima de 60 anos.
Conforme o artigo 1º da lei, de autoria do vereador Sérgio Balthazar Rodrigues de Oliveira, pessoas acima dessa idade, aposentadas ou não, terão direito à gratuidade, se residentes no município. Para a obtenção, o idoso deverá apresentar qualquer documento que comprove a idade.
Atualmente o município prevê gratuidade a partir dos 65 anos, mas com cadastro feito pela viação que opera no local, o Sistema de Transporte Santa Terezinha. "Retiro os bilhetes de gratuidade, que uso durante o mês. Como passei a morar mais longe, uso mais o ônibus de um ano para cá", explica o aposentado Samuel Nascimento de Almeida, de 77 anos.
O pedreiro Armelindo Pereira, de 62 anos, não usa ônibus, mas estuda deixar o carro em casa com a nova lei. "Com essa novidade poderei optar pelo ônibus", disse.
A lei não traz detalhes de como será o processo e se isentaria o idoso de fazer qualquer cadastro, usando apenas o documento de identificação. Para a encarregada da viação Santa Terezinha, Ana Maria Maroni, a lei é novidade. "Ainda não recebemos nenhum tipo de notificação da Prefeitura. Temos cerca de 1,3 mil pessoas cadastradas e que recebem passagem gratuita, entre idosos e deficientes. Mas é preciso ter a carteirinha para retirar o talão com as passagens", explica.
A necessidade da carteirinha é para coibir possíveis fraudes em relação à idade. Enquanto no sistema vigente o benefício é acima dos 65 anos, a nova lei prevê para pessoas acima de 60. Na média de 400 passageiros transportados diariamente, cerca de 10% têm o benefício.
O vereador autor da lei não foi encontrado para falar sobre o projeto. Conforme a assessoria da Prefeitura, o procedimento comum é que, após encaminhada ao departamento Jurídico do município, será determinado como a lei será regulamentada e fiscalizada.
Publicada na Gazeta de Limeira, tambem na capa.
Para a obtenção, o idoso deverá apresentar qualquer documento que comprove a idade
Lei aprovada no final do mês passado pela Câmara de Cordeirópolis garante a gratuidade da passagem do transporte coletivo urbano para idosos acima de 60 anos.
Conforme o artigo 1º da lei, de autoria do vereador Sérgio Balthazar Rodrigues de Oliveira, pessoas acima dessa idade, aposentadas ou não, terão direito à gratuidade, se residentes no município. Para a obtenção, o idoso deverá apresentar qualquer documento que comprove a idade.
Atualmente o município prevê gratuidade a partir dos 65 anos, mas com cadastro feito pela viação que opera no local, o Sistema de Transporte Santa Terezinha. "Retiro os bilhetes de gratuidade, que uso durante o mês. Como passei a morar mais longe, uso mais o ônibus de um ano para cá", explica o aposentado Samuel Nascimento de Almeida, de 77 anos.
O pedreiro Armelindo Pereira, de 62 anos, não usa ônibus, mas estuda deixar o carro em casa com a nova lei. "Com essa novidade poderei optar pelo ônibus", disse.
A lei não traz detalhes de como será o processo e se isentaria o idoso de fazer qualquer cadastro, usando apenas o documento de identificação. Para a encarregada da viação Santa Terezinha, Ana Maria Maroni, a lei é novidade. "Ainda não recebemos nenhum tipo de notificação da Prefeitura. Temos cerca de 1,3 mil pessoas cadastradas e que recebem passagem gratuita, entre idosos e deficientes. Mas é preciso ter a carteirinha para retirar o talão com as passagens", explica.
A necessidade da carteirinha é para coibir possíveis fraudes em relação à idade. Enquanto no sistema vigente o benefício é acima dos 65 anos, a nova lei prevê para pessoas acima de 60. Na média de 400 passageiros transportados diariamente, cerca de 10% têm o benefício.
O vereador autor da lei não foi encontrado para falar sobre o projeto. Conforme a assessoria da Prefeitura, o procedimento comum é que, após encaminhada ao departamento Jurídico do município, será determinado como a lei será regulamentada e fiscalizada.
- Almeida e Pereira: um já usa o benefício e o outro estuda aderir
Publicada na Gazeta de Limeira, tambem na capa.
Cetesb propõe inspeção veicular em Limeira e região
Daíza Lacerda
Plano da Cetesb prevê vistoria em carros e motos na região, além de veículos a diesel
A macrometrópole paulista, formada pela região de Piracicaba, na qual estão incluídas as cidades de Limeira, Iracemápolis, Cordeirópolis e Engenheiro Coelho, tem previsto o serviço de inspeção veicular como medida de contenção da poluição.
A medida é uma das previstas pelo Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) do Estado, elaborado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e apresentado na quarta-feira ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema).
Previstas para os anos de 2011 a 2013, as diretrizes foram elaboradas a partir da resolução 418/2009 do Conama, que prevê que os Estados façam o planejamento.
Marcelo Pereira Bales, gerente do setor de Avaliação de Programas de Transporte da Cetesb, explica que foram pesquisadas a qualidade do ar e frota circulante e feitas projeções para o controle da poluição. "Uma das açõe sprevistas é a inspeção veicular em todo o Estado para veículos a diesel. Já na Área 1, da macrometrópole paulista, além desses, a inspeção será para toda a frota, incluindo carros e motocicletas", afirma.
As ações têm prazo de 18 meses para serem implementadas a partir da publicação do PCPV, mas dependem ainda da aprovação do Projeto de Lei 1.187/2009, que tramita na Assembleia Legislativa, e regulamenta o serviço de inspeção veicular em todo o Estado, o que até o momento só é realizado em São Paulo.
POSSÍVEIS CONDIÇÕES
Com a apresentação do plano e espera da aprovação da lei, que já passou por várias comissões mas ainda pode ter alterações pedidas, detalhes de como o serviço funcionará ainda serão divulgados. Itens como custo para o proprietário de veículo, frequência da inspeção e veículos que precisam ser submetidos ainda não foram definidos, o que depende da aprovação da lei.
Em São Paulo os proprietários tiveram isenção durante um ano, com direito a serem reembolsados após o pagamento da tarifa de inspeção. Mas ainda não é possível afirmar que o mesmo ocorrerá nas 124 cidades previstas para receber o serviço. "O modelo de inspeção que é operado em São Paulo responde a regulamentos técnicos do Conama. De uma forma geral as demais cidades poderão ter o serviço baseado no da capital", diz Bales, ressaltando que não há definições concretas para as cidades do interior e também do litoral, que entram na nova lista de inspeção.
Também está indefinido se o serviço será feito por empresas terceirizadas. Na capital, a inspeção é pré-requisito para o licenciamento do veículo, com a recomendação de ser providenciada pelo menos 60 dias antes do vencimento do documento. "Há auditoria prévia visual, na qual podem ser detectados furos no escapamento, vazamentos ou falta de peças, que podem levar à reprovação", explica o gerente.
Se reprovado, o proprietário tem 30 dias para procurar um mecânico e regularizar a situação do veículo e, em São Paulo, não paga nova tarifa para a segunda inspeção. Enquanto não é aprovado, não pode renovar o licenciamento e fica em débito com as autoridades ambientais e de trânsito.
OUTRAS AÇÕES
De acordo com Bales, a expectativa é de que a lei seja aprovada neste ano, para que no prazo de alguns meses sejam feitas as definições e trâmites para o início da inspeção nos municípios. Além das possibilidades de o Estado operar ou fazer a concessão do programa a empresas privadas, as prefeituras podem fazer uma operação conjunta, desde que conveniadas à Cetesb.
Outras propostas do PCPV são a fiscalização do excesso de fumaça preta e de grandes frotistas. "A alta concentração de caminhões é responsável pela poluição nos centros urbanos, além das mudanças climáticas. A substituição do transporte rodoviário por alternativas que emitem menos poluentes favorecem a qualidade do ar com ganhos expressivos", declara o gerente, se referindo aos meios hidroviários e ferroviários.
Ele lembra que iniciativas neste sentido já estão em pauta, com o convênio entre governo estadual e federal para a construção de um "ferroanel", ligação ferroviária para o transporte de cargas do interior e região metropolitana de São Paulo até o litoral, além da expansão da hidrovia Tietê-Paraná. "Em São Paulo os trens de carga compartilham as linhas do transporte urbano e funcionam em horário limitado. Com a ligação ferroviária, poderão circular o dia todo", complementa.
Manchete de hoje da Gazeta de Limeira.
Plano da Cetesb prevê vistoria em carros e motos na região, além de veículos a diesel
A macrometrópole paulista, formada pela região de Piracicaba, na qual estão incluídas as cidades de Limeira, Iracemápolis, Cordeirópolis e Engenheiro Coelho, tem previsto o serviço de inspeção veicular como medida de contenção da poluição.
A medida é uma das previstas pelo Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) do Estado, elaborado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e apresentado na quarta-feira ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema).
Previstas para os anos de 2011 a 2013, as diretrizes foram elaboradas a partir da resolução 418/2009 do Conama, que prevê que os Estados façam o planejamento.
Marcelo Pereira Bales, gerente do setor de Avaliação de Programas de Transporte da Cetesb, explica que foram pesquisadas a qualidade do ar e frota circulante e feitas projeções para o controle da poluição. "Uma das açõe sprevistas é a inspeção veicular em todo o Estado para veículos a diesel. Já na Área 1, da macrometrópole paulista, além desses, a inspeção será para toda a frota, incluindo carros e motocicletas", afirma.
As ações têm prazo de 18 meses para serem implementadas a partir da publicação do PCPV, mas dependem ainda da aprovação do Projeto de Lei 1.187/2009, que tramita na Assembleia Legislativa, e regulamenta o serviço de inspeção veicular em todo o Estado, o que até o momento só é realizado em São Paulo.
POSSÍVEIS CONDIÇÕES
Com a apresentação do plano e espera da aprovação da lei, que já passou por várias comissões mas ainda pode ter alterações pedidas, detalhes de como o serviço funcionará ainda serão divulgados. Itens como custo para o proprietário de veículo, frequência da inspeção e veículos que precisam ser submetidos ainda não foram definidos, o que depende da aprovação da lei.
Em São Paulo os proprietários tiveram isenção durante um ano, com direito a serem reembolsados após o pagamento da tarifa de inspeção. Mas ainda não é possível afirmar que o mesmo ocorrerá nas 124 cidades previstas para receber o serviço. "O modelo de inspeção que é operado em São Paulo responde a regulamentos técnicos do Conama. De uma forma geral as demais cidades poderão ter o serviço baseado no da capital", diz Bales, ressaltando que não há definições concretas para as cidades do interior e também do litoral, que entram na nova lista de inspeção.
Também está indefinido se o serviço será feito por empresas terceirizadas. Na capital, a inspeção é pré-requisito para o licenciamento do veículo, com a recomendação de ser providenciada pelo menos 60 dias antes do vencimento do documento. "Há auditoria prévia visual, na qual podem ser detectados furos no escapamento, vazamentos ou falta de peças, que podem levar à reprovação", explica o gerente.
Se reprovado, o proprietário tem 30 dias para procurar um mecânico e regularizar a situação do veículo e, em São Paulo, não paga nova tarifa para a segunda inspeção. Enquanto não é aprovado, não pode renovar o licenciamento e fica em débito com as autoridades ambientais e de trânsito.
OUTRAS AÇÕES
De acordo com Bales, a expectativa é de que a lei seja aprovada neste ano, para que no prazo de alguns meses sejam feitas as definições e trâmites para o início da inspeção nos municípios. Além das possibilidades de o Estado operar ou fazer a concessão do programa a empresas privadas, as prefeituras podem fazer uma operação conjunta, desde que conveniadas à Cetesb.
Outras propostas do PCPV são a fiscalização do excesso de fumaça preta e de grandes frotistas. "A alta concentração de caminhões é responsável pela poluição nos centros urbanos, além das mudanças climáticas. A substituição do transporte rodoviário por alternativas que emitem menos poluentes favorecem a qualidade do ar com ganhos expressivos", declara o gerente, se referindo aos meios hidroviários e ferroviários.
Ele lembra que iniciativas neste sentido já estão em pauta, com o convênio entre governo estadual e federal para a construção de um "ferroanel", ligação ferroviária para o transporte de cargas do interior e região metropolitana de São Paulo até o litoral, além da expansão da hidrovia Tietê-Paraná. "Em São Paulo os trens de carga compartilham as linhas do transporte urbano e funcionam em horário limitado. Com a ligação ferroviária, poderão circular o dia todo", complementa.
Manchete de hoje da Gazeta de Limeira.
Rodovia Limeira-Mogi Mirim receberá faixas adicionais
Daíza Lacerda
Retirada de árvores para início das obras começou há duas semanas
A Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147/Limeira-Mogi Mirim) receberá faixas adicionais. Na via, próximo das entradas para o bairro do Pinhal, árvores começaram a ser tiradas para o início da obra.
De acordo com trabalhadores do local, a remoção teve início há duas semanas e pelo menos quatro quilômetros da via receberiam a nova faixa.
Conforme a assessoria da Intervias, concessionária responsável pela rodovia, a construção das faixas adicionais fazem parte de um cronograma de obras e não se trata da duplicação da rodovia.
"A duplicação dessa rodovia está vinculada ao que chamamos de VDM, que é a média diária de veículos, e no momento tem previsão para 2017. A possibilidade de antecipação dessa obra está sendo discutida com a Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo (Artesp), mas, no momento, trata-se apenas de discussões sobre o assunto", reitera a empresa.
A estimativa para 2017 é de que o trecho atinja receba quatro mil veículos diariamente, em pelo menos um dos sentidos da rodovia, embora atualmente esteja abaixo do necessário, informou a assessoria. "Esse crescimento, que é monitorado pela Artesp, depende do desenvolvimento da região, do crescimento da economia e de uma série de outros fatores externos".
ÁRVORES
Usuário da rodovia, o vendedor Aloísio Arruda De Lucca, 69, lamentou o corte das árvores. "Passo frequentemente na via e foi com dor no coração que vi isso", disse ele, classificando a medida como "falta de amor às coisas naturais".
Sobre a remoção das árvores na margem da rodovia para dar lugar à nova faixa, a concessionária esclareceu que a medida está autorizada por todos os órgãos ambientais e que a Intervias mantêm um programa de compensação ambiental. No local não há nenhuma área de preservação permanente (APP).
Publicado na Gazeta de Limeira.
Retirada de árvores para início das obras começou há duas semanas
A Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147/Limeira-Mogi Mirim) receberá faixas adicionais. Na via, próximo das entradas para o bairro do Pinhal, árvores começaram a ser tiradas para o início da obra.
De acordo com trabalhadores do local, a remoção teve início há duas semanas e pelo menos quatro quilômetros da via receberiam a nova faixa.
Conforme a assessoria da Intervias, concessionária responsável pela rodovia, a construção das faixas adicionais fazem parte de um cronograma de obras e não se trata da duplicação da rodovia.
"A duplicação dessa rodovia está vinculada ao que chamamos de VDM, que é a média diária de veículos, e no momento tem previsão para 2017. A possibilidade de antecipação dessa obra está sendo discutida com a Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo (Artesp), mas, no momento, trata-se apenas de discussões sobre o assunto", reitera a empresa.
A estimativa para 2017 é de que o trecho atinja receba quatro mil veículos diariamente, em pelo menos um dos sentidos da rodovia, embora atualmente esteja abaixo do necessário, informou a assessoria. "Esse crescimento, que é monitorado pela Artesp, depende do desenvolvimento da região, do crescimento da economia e de uma série de outros fatores externos".
ÁRVORES
Usuário da rodovia, o vendedor Aloísio Arruda De Lucca, 69, lamentou o corte das árvores. "Passo frequentemente na via e foi com dor no coração que vi isso", disse ele, classificando a medida como "falta de amor às coisas naturais".
Sobre a remoção das árvores na margem da rodovia para dar lugar à nova faixa, a concessionária esclareceu que a medida está autorizada por todos os órgãos ambientais e que a Intervias mantêm um programa de compensação ambiental. No local não há nenhuma área de preservação permanente (APP).
Publicado na Gazeta de Limeira.
Em convênio, Iracemápolis recebe quatro novos ônibus escolares
Daíza Lacerda
Veículos substituirão parte da frota usada para transporte escolar de alunos da zona rural
Foram entregues ontem à Prefeitura de Iracemápolis quatro ônibus escolares adquiridos por meio do programa Caminho da Escola e destinados a alunos da educação básica, prioritariamente da zona rural.
O convênio do município é com a Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
"O município já tem frota própria, mas os carros já têm mais de 10 anos de uso, tendo passado por reformas. Além disso, é preciso reforço nas linhas superlotadas", explicou o secretário de Educação José Zanardo.
Dos seis ônibus existentes, ele estima que quatro serão leiloados, assim que forem substituídos pelos quatro novos recebidos no convênio, que têm adaptação para deficientes e são movidos a biodiesel.
A maior parte da demanda de alunos mora em Limeira e também em Santa Bárbara D'Oeste, próxima das divisas das cidades. "Pelo menos metade é dessas cidades, já que Iracemápolis é o distrito mais próximo. São famílias que votam aqui", disse Zanardo, que estima que a frota rode cerca de 700 quilômetros por dia, no total. Os novos ônibus devem começar a ser usados em até três semanas.
Somados, os novos veículos têm capacidade para abrigar até 150 adultos ou 206 crianças, o que atende à demanda do município, que não está prevista para crescer. Serão atendidos alunos das redes municipal e estadual.
O prefeito de Iracemápolis, Fábio Zuza, salientou o investimento em segurança para os alunos com a aquisição e anunciou ainda que enviará projeto de lei à Câmara para abertura de vagas de monitores para acompanhar os alunos nos ônibus. "Isso seria viabilizado em convênio entre a Prefeitura e Estado", ressaltou Zuza.
CONVÊNIO
O investimento total é de R$ 820 mil, sendo R$ 785.850 de financiamento e R$ 34.150 de contrapartida do município. Os recursos financiados são subsidiados pela Caixa e BNDES, com participação do FNDE. A operação é de baixo custo, com taxa de juros de 4% ao ano, mais TJLP.
“Esperamos, dessa forma, contribuir para a melhora das condições de acesso das crianças de baixa renda à educação formal, evitando a evasão escolar na rede pública”, informa o gerente regional da Caixa, Celso Endres.
O convênio é o primeiro do ano efetivado na regional da Caixa. A cidade de Santa Gertrudes também está com contrato em análise.
Veículos substituirão parte da frota usada para transporte escolar de alunos da zona rural
Foram entregues ontem à Prefeitura de Iracemápolis quatro ônibus escolares adquiridos por meio do programa Caminho da Escola e destinados a alunos da educação básica, prioritariamente da zona rural.
O convênio do município é com a Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
"O município já tem frota própria, mas os carros já têm mais de 10 anos de uso, tendo passado por reformas. Além disso, é preciso reforço nas linhas superlotadas", explicou o secretário de Educação José Zanardo.
Dos seis ônibus existentes, ele estima que quatro serão leiloados, assim que forem substituídos pelos quatro novos recebidos no convênio, que têm adaptação para deficientes e são movidos a biodiesel.
A maior parte da demanda de alunos mora em Limeira e também em Santa Bárbara D'Oeste, próxima das divisas das cidades. "Pelo menos metade é dessas cidades, já que Iracemápolis é o distrito mais próximo. São famílias que votam aqui", disse Zanardo, que estima que a frota rode cerca de 700 quilômetros por dia, no total. Os novos ônibus devem começar a ser usados em até três semanas.
Somados, os novos veículos têm capacidade para abrigar até 150 adultos ou 206 crianças, o que atende à demanda do município, que não está prevista para crescer. Serão atendidos alunos das redes municipal e estadual.
O prefeito de Iracemápolis, Fábio Zuza, salientou o investimento em segurança para os alunos com a aquisição e anunciou ainda que enviará projeto de lei à Câmara para abertura de vagas de monitores para acompanhar os alunos nos ônibus. "Isso seria viabilizado em convênio entre a Prefeitura e Estado", ressaltou Zuza.
CONVÊNIO
O investimento total é de R$ 820 mil, sendo R$ 785.850 de financiamento e R$ 34.150 de contrapartida do município. Os recursos financiados são subsidiados pela Caixa e BNDES, com participação do FNDE. A operação é de baixo custo, com taxa de juros de 4% ao ano, mais TJLP.
“Esperamos, dessa forma, contribuir para a melhora das condições de acesso das crianças de baixa renda à educação formal, evitando a evasão escolar na rede pública”, informa o gerente regional da Caixa, Celso Endres.
O convênio é o primeiro do ano efetivado na regional da Caixa. A cidade de Santa Gertrudes também está com contrato em análise.
Bilhete Único já substitui cartão e usuário deve fazer a troca
Confira entrevista com Alexander Faria, do Sistema Integrado de Trânsito:
Vereador inicia ato popular contra reajuste da tarifa de ônibus; assunto será discutido amanhã na Câmara
Confira boletim sobre a questão do reajuste do transporte coletivo em Limeira:
Movimento contraria alta da tarifa e pede melhorias para usuários
Daíza Lacerda
Foi realizado na manhã de ontem, na Praça do Museu, ato público em protesto ao aumento da tarifa do transporte coletivo. O movimento, liderado pelo vereador Ronei da Costa Martins (PT), coletou assinaturas para a causa, que serão levadas à Prefeitura, Câmara Municipal e empresas de transporte.
"Buscamos melhorias no setor, sem aumento de nenhum centavo na tarifa", explica o vereador. As empresas pediram à Prefeitura reajuste no valor da passagem de R$ 2,40 para R$ 2,98.
"É absurdo. Veja só o estado dos ônibus, muitos quebrados, sem contar o tempo de espera. Para ir de um ponto final ao outro na linha 6 do José Cortez, por exemplo, leva-se 1h30. Dá para chegar em São Paulo", compara o aposentado Almir Leite Barros, 67.
A dona de casa Lenilda Santos Sime, 46, aderiu ao ato com a sua assinatura. "É muita demora e muitos motoristas não respeitam o passageiro. Param fora do ponto e temos que voltar a pé", reclama.
"O salário vai quase todo só em passagem. Sem contar que há poucas opções de linhas no Bairro dos Pires, onde moro", diz a líder de faxina Maria Lúcia Martins, 63.
"As pessoas mostram a sua indignação em relação ao transporte com os conhecidos no dia a dia e esse ato permite que se expressem junto à Prefeitura e empresas", diz o professor Israel Aparecido Gonçalves, que também participa do movimento.
Ele acrescenta que a medida busca melhorias não só para o usuário, mas também aos cobradores e motoristas, que não têm banheiro ou local para almoçar. "São os dois lados que perdem pela falta de políticas públicas para o setor. Defendemos ainda a gratuidade da passagem para estudantes, principalmente de escolas públicas", afirma.
Foi realizado na manhã de ontem, na Praça do Museu, ato público em protesto ao aumento da tarifa do transporte coletivo. O movimento, liderado pelo vereador Ronei da Costa Martins (PT), coletou assinaturas para a causa, que serão levadas à Prefeitura, Câmara Municipal e empresas de transporte.
"Buscamos melhorias no setor, sem aumento de nenhum centavo na tarifa", explica o vereador. As empresas pediram à Prefeitura reajuste no valor da passagem de R$ 2,40 para R$ 2,98.
"É absurdo. Veja só o estado dos ônibus, muitos quebrados, sem contar o tempo de espera. Para ir de um ponto final ao outro na linha 6 do José Cortez, por exemplo, leva-se 1h30. Dá para chegar em São Paulo", compara o aposentado Almir Leite Barros, 67.
A dona de casa Lenilda Santos Sime, 46, aderiu ao ato com a sua assinatura. "É muita demora e muitos motoristas não respeitam o passageiro. Param fora do ponto e temos que voltar a pé", reclama.
"O salário vai quase todo só em passagem. Sem contar que há poucas opções de linhas no Bairro dos Pires, onde moro", diz a líder de faxina Maria Lúcia Martins, 63.
"As pessoas mostram a sua indignação em relação ao transporte com os conhecidos no dia a dia e esse ato permite que se expressem junto à Prefeitura e empresas", diz o professor Israel Aparecido Gonçalves, que também participa do movimento.
Ele acrescenta que a medida busca melhorias não só para o usuário, mas também aos cobradores e motoristas, que não têm banheiro ou local para almoçar. "São os dois lados que perdem pela falta de políticas públicas para o setor. Defendemos ainda a gratuidade da passagem para estudantes, principalmente de escolas públicas", afirma.
- O professor Israel Aparecido Gonçalves (direita), que participa do movimento, simboliza com demais manifestantes o quanto os usuários são "sugados" pelas viações com o valor das tarifas, dinheiro que não proporciona retorno aos passageiros em melhores condições dos ônibus, tempo de espera e divisão dos itinerários.
- Movimento teve adesão na praça, ontem; usuários acham reajuste injusto pelo serviço prestado
Usuários continuam sem abrigo de ônibus na Praça do Museu
Daíza Lacerda
Esperar um ônibus para ir trabalhar ou voltar para casa já é considerado, por muitos usuários, uma tarefa ingrata, devido ao tempo de viagem e de espera, além da falta de assento, situação que não se limita só no interior dos ônibus.
Na Praça Coronel Flamínio Ferreira, do prédio do Museu, os passageiros estão há meses sem abrigo no ponto da Rua Carlos Gomes. Sentar, só se for no chão. Proteção do sol é para quem consegue lugar à sombra no quarteirão, que fica lotado de trabalhadores, crianças e estudantes nos horários de pico. Proteção da chuva é para quem tem a sombrinha ou guarda-chuva sempre à mão.
A situação deixa os usuários indignados, que chegam a ficar meia hora esperando os ônibus. Outros não fazem cerimônia e sentam-se ao chão mesmo, ou em tijolos amontoados das obras do prédio do Museu.
O motorista Josué Mendes, 70, só tem assento garantido enquanto está trabalhando. Mas na condição de passageiro durante a espera pelo ônibus, se acomoda sobre os tijolos da praça, a exemplo de outros trabalhadores que esperam a condução para voltar para casa. “Parece até que é de propósito, para nos acostumarmos a ficar de pé. Mas reclamar nunca resolve, o povo precisa é apelar ao Ministério Público para ter respeito”, desabafa.
“A situação está impossível, porque precisamos esperar ônibus todo dia, faça chuva ou faça sol, e por muito tempo. Ainda espero de pé com a minha filha, pois a pego na creche após sair do trabalho”, diz a empregada doméstica Sônia Aparecida dos Santos, 40.
Já Vera Lúcia de Oliveira Silva, 49, espera um ônibus após descer de outro. “Está difícil. Ando com o guarda-chuva para me proteger do sol, porque esperar neste calor não está fácil não”, disse.
A assessoria da Prefeitura informou que “segundo o Secretário dos Transportes, Rodrigo Oliveira, a pasta já realizou a solicitação às empresas de transporte coletivo de Limeira para que sejam recolocados os abrigos de ônibus na Rua Carlos Gomes, na Praça do Museu. O serviço está previsto para ser executado até o dia 18, sexta-feira da próxima semana”.
Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa.
Esperar um ônibus para ir trabalhar ou voltar para casa já é considerado, por muitos usuários, uma tarefa ingrata, devido ao tempo de viagem e de espera, além da falta de assento, situação que não se limita só no interior dos ônibus.
Na Praça Coronel Flamínio Ferreira, do prédio do Museu, os passageiros estão há meses sem abrigo no ponto da Rua Carlos Gomes. Sentar, só se for no chão. Proteção do sol é para quem consegue lugar à sombra no quarteirão, que fica lotado de trabalhadores, crianças e estudantes nos horários de pico. Proteção da chuva é para quem tem a sombrinha ou guarda-chuva sempre à mão.
A situação deixa os usuários indignados, que chegam a ficar meia hora esperando os ônibus. Outros não fazem cerimônia e sentam-se ao chão mesmo, ou em tijolos amontoados das obras do prédio do Museu.
O motorista Josué Mendes, 70, só tem assento garantido enquanto está trabalhando. Mas na condição de passageiro durante a espera pelo ônibus, se acomoda sobre os tijolos da praça, a exemplo de outros trabalhadores que esperam a condução para voltar para casa. “Parece até que é de propósito, para nos acostumarmos a ficar de pé. Mas reclamar nunca resolve, o povo precisa é apelar ao Ministério Público para ter respeito”, desabafa.
“A situação está impossível, porque precisamos esperar ônibus todo dia, faça chuva ou faça sol, e por muito tempo. Ainda espero de pé com a minha filha, pois a pego na creche após sair do trabalho”, diz a empregada doméstica Sônia Aparecida dos Santos, 40.
Já Vera Lúcia de Oliveira Silva, 49, espera um ônibus após descer de outro. “Está difícil. Ando com o guarda-chuva para me proteger do sol, porque esperar neste calor não está fácil não”, disse.
A assessoria da Prefeitura informou que “segundo o Secretário dos Transportes, Rodrigo Oliveira, a pasta já realizou a solicitação às empresas de transporte coletivo de Limeira para que sejam recolocados os abrigos de ônibus na Rua Carlos Gomes, na Praça do Museu. O serviço está previsto para ser executado até o dia 18, sexta-feira da próxima semana”.
Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa.
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