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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Asilo faz aniversário e ganha praça de presente

Daíza Lacerda


Ontem foi dia de festa no Asilo João Kühl Filho, que completou 94 anos. Além de uma missa para abençoar a entidade, seus moradores e colaboradores, a comemoração contou com a inauguração da "Praça da Alegria", espaço revitalizado pela concessionária Foz do Brasil.
"Agora há um espaço para tomar sol à tarde, o que antes não existia. Ficou um espaço muito bonito", disse o presidente da entidade, Francisco Bellão.
A coordenadora do asilo, Rosana Monteiro Moraes, diz que já há disputa para ocupação do local. "Era uma área triste e feia, que não tinha como usar. Agora foi tudo adaptado para que possam ficar e circular", pontua.
O espaço foi colorido pelos adolescentes do projeto Grafoz, que participam de oficinas de grafite. Para o diretor da Foz do Brasil, Sandro Stroiek, a praça representa o verdadeiro trabalho solidário e voluntário, já que, para revitalizar o local, a concessionária explicou o intuito da ação social para seus fornecedores e sugeriu doações e ações com as quais cada um poderia contribuir. "Para realizar esse trabalho precisamos apenas de muita vontade de ajudar. Os custos foram distribuídos entre empresas e o conjunto de ações vai beneficiar muita gente".
A população também pode ajudar o asilo com doações de fraldas geriátricas, produtos de limpeza e suplementos alimentícios. O contato pode ser feito pelos telefones 3441-7414 e 3443-3824. O asilo fica na Rua Capitão Flamínio, 489.



terça-feira, 16 de agosto de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Asilo celebra hoje 94 anos de fundação

Daíza Lacerda


O Asilo João Kühl Filho comora hoje, com missa às 15h, os 94 anos de atendimento da entidade, que leva o nome de seu fundador. Na ocasião também será inaugurada a “Praça da Alegria”, espaço da instituição que foi revitalizado pela concessionária Foz do Brasil com a ajuda de seus fornecedores.
Presidente do local há dois mandados, Francisco Bellão comemora as melhorias implantadas e também fala dos planos. "A nossa maior conquista foi a clínica de fisioterapia. Também readaptamos para acessibilidade e agora está em construção um salão de festas cuja renda ajudará a manter a entidade", disse.
São 80 pessoas atendidas, algumas delas moradoras há mais de 30 anos. A casa teve até hoje duas exceções que figuram hoje como os moradores caçulas, que chegaram ao local ainda jovens. Uma delas é Aparecido Rodrigues, 44, para quem nem mesmo a deficiência física foi barreira como artista autodidata. "Vivo aqui há 28 anos. Tive poliomelite quando criança, devido à falta de vacina na pouca estrutura familiar. Hoje considero todos daqui a minha família, com a qual tenho ótima convivência", declara. Ele diz que muitas pessoas veem o local com certo preconceito e nem sempre dão crédito quando fala o quão bom é viver na entidade. "Por isso estamos sempre de portas abertas e convidamos a todos para conhecer o asilo", salienta.
Brasilina de Lima, 87, define rapidamente a sua situação em pouco mais de um ano de moradia no asilo: "Satisfeitíssima. Preferi não depender de parentes e vim por conta própria. Achei que era o melhor lugar e em pouco tempo me mudei", diz.
A coordenadora Rosana Monteiro Moraes lembra que a entidade continua contando com doações, além dos eventos beneficentes. Fraldas geriátricas tamanho M e G, luvas de procedimento tamanho M, produtos de limpeza e alimentos, principalmente suplementos alimentares como Ensure e Sustagem são algumas necessidades. "Além disso, temos bastante trabalho, em tudo, para o qual contamos com voluntários", salienta. O asilo fica na Rua Capitão Flamínio Ferreira, 489, Centro.

Publicado na Gazeta de Limeira



sexta-feira, 1 de julho de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Quase concluída, arte no asilo muda área externa

Daíza Lacerda

"Quem ganha com isso somos nós. Deu um novo ar ao nosso espaço. De longe, parece que é tudo de verdade". Esta é a constatação da aposentada Durvalina Vicente Pedroso, de 85 anos, que vive no Asilo João Kühl Filho.
O trabalho de pintura na área externa da ala feminina começou no início do mês, com jovens do projeto de grafite da Foz do Brasil, o Grafoz, do qual participam cerca de 50 jovens a partir de 14 anos.
A artista plástica e cenógrafa Flávia Pozzobon também ajudou na concepção da arte que mudou o espaço dos idosos. "Primeiro foi feito e aprovado o esboço no papel e agora fazemos o acabamento. É muito bom desenvolver este trabalho e mudar a rotina dos idosos. Eles merecem", diz ela, que foi convidada pelo escritor de grafite Paulo Ricardo da Silva, o "Medo", a participar. Ele é quem ensina os jovens nas oficinas do projeto.
"Os idosos acompanharam o trabalho, sempre passando e perguntando", diz ele, que também fez o projeto que foi passado para as paredes.
Os moradores agradecem o espaço colorido, que ganhou vida com o tema "Meio Ambiente", retratando água, plantas e, é claro, pessoas. Rolos, pincéis e sprays foram usados, em materiais cedidos pela Foz do Brasil.
Um vídeo foi produzido durante os trabalhos. "A ideia é mostrar a arte unindo gerações e como é possível fazer diferença", lembra Flávia, já que os próprios idosos também ajudaram com algumas pinceladas.



sábado, 4 de junho de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Jovens dão colorido a espaço do asilo em ação do Dia do Meio Ambiente


Daíza Lacerda

Os muros da parte externa da ala feminina do asilo João Kühl Filho ganharam cores e desenhos ontem, em ação dos jovens do projeto Grafoz, que participam de oficinas de grafite. Feito a pedido da administração do asilo, e promovido pela concessionária Foz do Brasil, a atividade faz parte das comemorações do Dia do Meio Ambiente.
"Era um muro feio, triste. A ideia é de mudar o espaço para transformá-lo numa praça, com bancos, um local bonito e colorido para ficarem", diz a coordenadora do asilo, Rosana Monteiro Moraes.
O trabalho teve elogios dos moradores, mas com ressalvas. "É tudo muito lindo, um trabalho interessante, que adorei. Mas precisam fazer no espaço masculino também", disse o aposentado Waldemar Pinto de Sousa, que também ajudou na pintura, assim como outros idosos e a Trupe da Solidariedade.
A estudante Drielle Sampaio, 14, participante do Grafoz, também gostou da experiência. "Me inspiro muito com desenhos, e o grafite complementa isso. Fazer as pinturas no asilo foi uma ótima iniciativa para mostrar a importância da natureza".
O Grafoz é composto por cerca de 50 jovens, maiores de 14 anos, que participam de aulas de grafite todas as sextas-feiras no Núcleo de Atendimento Integrado (NAI). O projeto é realizado em parceria com o Ceprosom e o Fundo Social de Solidariedade e conta ainda com o apoio da empresa Iconix Gestão de Ideias. O grafite é ensinado aos participantes como forma de conhecimento sociocultural e, até mesmo, como capacitação profissional.