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sexta-feira, 9 de setembro de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Moradores sofrem com descarte irregular ao lado de ecoponto

Daíza Lacerda

Mau odor e animais peçonhentos pelas residências são algumas consequências sofridas por moradores da Rua Augusto Guilherme Tolle, no Jardim Lagoa Nova, desde que um ecoponto foi construído no local. "O problema é que jogam todo o lixo fora. Animais mortos, óleo de cozinha e entulho são deixados por caminhões ao lado do ecoponto", explica a dona de casa Maria Janice dos Santos, 47.
Ela mostra alguns dos bichos capturados em sua casa, como uma cobra e pelo menos cinco escorpiões. "Isso porque o Zoonoses já levou outros. Uma das vizinhas e sua filha já foram picadas", relata.
Embora haja funcionário da Prefeitura no local, os moradores alegam que a pessoa permite no ecoponto apenas despejo de material que pode ser vendido. "Nós que estamos mais perto somos os que mais sofremos. Há dias na hora do almoço que o cheiro é insuportável com o calor", diz Catiene Rocha, 25.
A reclamação já foi feita também para vereadores, sem surtir efeito, acrescentam. "Caminhões aparecem sempre e descarregam grande quantidade, fora do ecoponto", denunciam, com fotos e vídeos. Comércios próximos seriam alguns dos responsáveis pelo despejo irregular. "É muito feio isso na entrada do bairro. Virou um aterro", reclamam.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o local deverá receber limpeza hoje. Devido ao feriado houve acúmulo de resíduos em alguns locais, situação que deverá ser restabelecida no decorrer dos próximos dias, informa a pasta.
Em relação ao despejo irregular, a Secretaria lembra que existe trabalho de fiscalização para coibir esta prática. No entanto, a população pode ajudar anotando a placa do veículo para que o responsável seja identificado, a exemplo do que já resultou em autuações.
Segundo a pasta, o ecocoletor presente no ecoponto também foi orientado sobre a função correta do local.

Publicado na Gazeta de Limeira




domingo, 23 de janeiro de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Moradores jogam lixo em local irregular, ao lado de ecoponto

Daíza Lacerda

No final da Avenida Luiz Vaz de Camões foi delimitada uma área para ecoponto, que conta com duas caçambas. No entanto, o lixo é despejado fora do local cercado.
De acordo com moradores, além de a área ser usada para consumo de bebidas e drogas, o descarte em local irregular seria feito mesmo com fiscais no local. Como os portões são trancados à noite, a área verde, próxima das residências, recebe itens como sofás, pneus e animais mortos.
"O pior são os bichos que aparecem. Baratas, aranhas e ratos são comuns nas residências", disse a empregada doméstica Ivone da Silva, 50. A operadora de máquinas Nilza Aparecida Cunha Souza, 39, disse que já formalizou várias reclamações à Secretaria do Meio Ambiente, mas o problema persiste há muito tempo. "Esta área era para ser uma praça e agora só nos causa transtornos", disse ela, que lembra ainda que o local serve como passagem de crianças que vão para escolas do bairro.
Aprílio Muniz, 72, ecocoletor que estava no local ontem, disse que o lixo é jogado fora do ecoponto quando este está cheio, pois são apenas duas caçambas.
Domingos Furgione Filho, secretário de Meio Ambiente, informou que foi feita vistoria na quinta-feira à tarde no local, que receberá nova verificação. "Teremos que fiscalizar de outra maneira. Já fizemos um trabalho de conscientização nos bairros para mostrar o que não deve ser descartado no local errado. Agora partiremos para a aplicação de multa de R$ 1,8 mil", disse.
Furgione ressaltou que o intuito da pasta é agir para a consciência ambiental, mas devido a abusos a multas serão aplicadas, trabalho que será dinamizado com os cinco novos fiscais com veículos. "A tendência é que os resultados apareçam logo", disse.