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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 | By: Daíza de Carvalho

Empresa que fez obra do teto do shopping será autuada pelo Crea

Daíza Lacerda

Conselho deu parecer em que engenheiro responsável deverá responder processo ético

O processo iniciado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) para apuração de responsabilidades do acidente ocorrido em janeiro de 2010, quando parte do teto de área do Shopping Pátio Limeira cedeu, tem continuidade como processo ético. Após seis meses, os três volumes de papéis voltaram para o Crea de Limeira, com apreciação do conselho.
Conforme Maxwell Martins, chefe da Unidade de Gestão de Inspetoria (UGI) do Crea Limeira, a partir dos indícios de erros no projeto, foi primeiramente notificado o shopping, até a identificação da empresa e engenheiro que respondiam pela obra, para apuração das responsabilidades sobre o incidente.
Após análise do processo, cuja documentação contém um laudo da estrutura metálica, o conselho emitiu parecer no qual autuará a empresa responsável pela estrutura colapsada. Sediada em Minas Gerais, a mesma não tinha registro em São Paulo, irregularidade pela qual será multada.
Martins e o presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Limeira (Aeal), Everaldo Piccinin, explicam que, em relação ao profissional, o processo ético terá continuidade, com base no artigo 8º, incisos 3º e 4º do código de ética da classe, que preveem a honradez da profissão e eficácia profissional, em que o engenheiro se compromete ao uso de técnicas adequadas e assegura qualidade satisfatória nos serviços, observando a segurança nos procedimentos.
Na apuração são consideradas negligência, imprudência ou imperícia, além da questão ética. O profissional será convocado e terá ampla defesa. No entanto, se for julgado culpado, poderá sofrer de censura reservada a pública, suspensão temporária do registro ou até cassação.
O processo retornará para a Câmara Especializada em Engenharia Civil. Entre pareceres e convocações, o processo pode demorar até dois anos para ter desfecho.

NOVO EVENTO E FISCALIZAÇÃO
Já para o novo acidente resgistrado neste mês no mesmo local, porém, sem a mesma gravidade, o Crea de Limeira já notificou o shopping novamente para identificar o responsável técnico do projeto do forro e da dimensão e execução dos dutos de águas da chuva. Dessa forma, inicia-se um segundo processo para apuração de responsabilidades do segundo evento.
Os engenheiros explicam que as obras são  fiscalizadas previamente com o documento de Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), pelo qual checam se o profissional é devidamente habilitado e se não há registros contra o seu trabalho. Quando são identificadas irregularidades em obras, não apenas nas civis, o conselho age para encontrar os responsáveis. "O trabalho do conselho é preservar a sociedade contra os leigos e maus profissionais", reiteram. Ilustram ainda que a aprovação de projetos por órgãos públicos é feita a partir do que é exigido pela legislação e não determina se um projeto é bem feito ou não.


Piccinin e Martins: profissional pode ser punido por falta de preceitos éticos
Piccinin e Martins: profissional pode ser punido por falta de preceitos éticos

Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa.






sexta-feira, 22 de julho de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Movimentação de jovens “fecha” rua e atrapalha trânsito

Daíza Lacerda


Às quartas-feiras à noite, os moradores da Rua Vereador João Kuntz Busch e imediações, no final da Rua Tiradentes, ficam “ilhados”. A presença de jovens é tão massiva que chega a fechar a rua e prejudicar a passagem de veículos.
“Ninguém passa e, quando amanhece, a rua está cheia de lixo, como papéis, bitucas de cigarro e garrafas de bebidas”, disse um morador que preferiu não se identificar. Segundo ele, o consumo de drogas também é frequente nessas ocasiões. “Há seis meses que vivo aqui e esta é a situação. São pelo menos mil jovens, que devem ter no máximo 15 anos de idade”, estima. Ele acrescenta, ainda, que a Polícia Militar vai ao local algumas vezes, mas o problema persiste.
A área, que já era problemática às sextas-feiras, teve o problema intensificado às quartas, sobretudo desde o início das férias. “Começa às 20h30 e vai até depois das 22h. Atrapalha muito a passagem, os moradores ficam num verdadeiro cárcere privado, pois não têm como passar. Isso intervém no direito de ir e vir, pois o meu direito começa quando acaba o do outro. O local dessas pessoas é na calçada, e não na rua. E não há fiscalização”, disse M.M.J., 30, que passa diariamente pelo local.
Sabendo da situação, o aposentado Antônio Carlos Massaro, 74, já evita passar pelo local. “Dou a volta pelo posto, mas evito sempre que possível, porque a passagem é difícil”, declarou.
Em relação ao problema a Prefeitura explicou, por meio da Secretaria de Comunicações, que “a responsabilidade principal é da Polícia Militar, pois envolve pessoas e não tanto os veículos”. Já em relação ao tráfego, “a Secretaria dos Transportes informou que fiscaliza irregularidades de veículos em trânsito ou estacionados, mas não compete a ela fiscalizar o comportamento dos jovens, uma vez que não é possível aplicar multas aos pedestres”. Já a Guarda Municipal (GM) explicou que “realiza rondas no local, mas quanto ao trânsito não compete a ela”.




Via, próxima do final da Rua Tiradentes, fica intrasitável com presença de jovens
Via, próxima do final da Rua Tiradentes, fica intrasitável com presença de jovens


Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa



domingo, 27 de fevereiro de 2011 | By: Daíza de Carvalho

Clientes aprovam reabertura do Shopping Pátio, mas ainda há funcionários inseguros

Daíza Lacerda

Funcionários e clientes se mostraram dividos em relação à reabertura do Shopping Pátio Limeira, na manhã de ontem, após liminar do Tribunal de Justiça expedida anteontem. Enquanto frequentadores aprovam a medida que permite a reabertura, sobretudo devido às poucas opções existentes na cidade, funcionários se mostram inseguros.

Momentos antes da reabertura, o movimento era da entrada de funcionários, mas muitos deles se recusaram a falar com a imprensa. Entre os ouvidos, a maioria preferiu não se identificar.
"Não via a hora de voltar a trabalhar, ficar em casa é que não dá. Espero que tudo isso seja resolvido logo", disse a vendedora Beatriz de Fátima, 31, que trabalha no local há quatro anos.
Outra funcionária relatou que a reabertura é positiva, já que a cidade tem poucas opções, mas preferiu não se pronunciar a respeito da segurança do prédio.
"Para quem, como eu, ganha por comissão, a reabertura é uma ótima notícia. Medo da situação eu não tenho, mas fico insegura", declarou a vendedora Regiane Tatiane de Oliveira, 20.
Clientes do shopping se mostraram contentes com a reabertura. "Não acho que deveria ficar fechado, pois não tem cabimento ir a outras cidades comprar se temos o shopping aqui", disse Fátima Aparecida Rodrigues, 56, que tem o apoio da filha Cintia Kelly da Silva, 23. "Limeira já não tem lugares para ir, e o que tem é fechado? Assim fica difícil, por isso deve permanecer aberto", declara ela. Outros clientes ouvidos antes da abertura do shopping eram da mesma opinião, como o pedreiro José Pedro da Silva, 62. "Continuarei frequentando. Me sinto seguro, se não tivesse condições, não teriam aberto novamente".
Já a estudante Mariane Lopes, 17, já pensa diferente. "É a única opção para os jovens, mas a localização é totalmente inadequada. Acho que não deveria estar aberto com tantas pendências. Não voltaria a frequentar o shopping até que a segurança fosse atestada pela vistoria dos bombeiros", diz.
A auxiliar de escritório E.L.F., 30, hesitou para entrar no estabelecimento após a abertura, na manhã de ontem. "Acho que deveria resolver tudo na área em que houve a queda do teto, e daí sim abrir. Só estou aqui porque não achei uma roupa que precisava no comércio do Centro, e sei que aqui encontraria. No entanto, deixo meu carro na rua e não no estacionamento, e procuro ir nas lojas próximas às portas de saída", explica.

(IN)SEGURANÇA
As saídas são pontos de preocupação de um funcionário que preferiu não se identificar. Para ele, no dia do incidente, ficou provado que as saídas não são suficientes numa emergência, devido à quantidade de pessoas que estavam no local e o tempo necessário até que todas saíssem. "Quem estava lá viu que as pessoas não conseguiam sair. Era muita gente e poucas escadas, sem contar que faltam itens de acessibilidade como mais rampas e opções de entrada. Seguro ninguém está, mesmo quem diga que está tranquilo", disse.
O funcionário acrescenta ainda que todos os lojistas foram orientados a não se pronunciar para a imprensa, motivo pelo qual não se identificou. "As escadas estão cobertas com panos e não há segurança no caso de um incêndio. Acho que deveria ser reaberto só quando tudo estivesse resolvido, para a nossa segurança e a dos clientes.
Outra vendedora disse temer pelo seu emprego diante do fechamento, embora não houvesse ameaças neste sentido. Segundo ela, houve um primeiro incidente antes da queda do teto do piso superior, quando houve danos em um dos banheiros, mas de madrugada. "Isso ninguém viu e eles não falam tudo. Às vezes parece muita ganância, porque os donos de lojas se preocupam com as vendas e as contas, mas não se uma pessoa corre risco de vida ou não".

Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa. 





terça-feira, 18 de janeiro de 2011 | By: Daíza de Carvalho

MP e polícia abrem investigação para apurar segurança e causa de acidente no shopping

Daíza Lacerda
Rafael Sereno


A Polícia Civil de Limeira e o Ministério Público (MP) vão instaurar inquéritos para apurar, nas esferas criminal e cível, respectivamente, as causas do desabamento de parte do teto da praça de alimentação do Shopping Pátio, ocorrido anteontem.

Por ter resultado em vítimas com ferimentos, o acidente terá inquérito policial que investigará as causas, explicou o delegado José Henrique Ventura, da Delegacia Seccional. “Serão apuradas as responsabilidades e causas que levaram às lesões, a partir do que a perícia identificar”.
Ele declarou que os desdobramentos podem ser caracterizados como crime culposo (sem intenção de ferir), mas será preciso averiguar se não houve negligência, imprudência ou imperícia, que são elementos para esse tipo de crime, por parte da construtora responsável pela obra.
Sobre as implicações, no caso de alguma das possibilidades ser provada, Ventura explicou que os responsáveis podem responder processos na área cível, com indenizações para o prejuízo das vítimas, e criminal, devido às lesões.
O delegado informou ainda que, além da área que sofreu os danos, só foi verificada infiltração em uma loja. “Para além da área afetada, compete aos bombeiros e órgãos municipais um parecer técnico”.
Foram coletados pedaços do forro, para análise se houve fadiga de material, uso inapropriado ou se a estrutura suportava peso. Segundo Ventura, a área deve ser vistoriada ainda pela perícia específica de engenharia.

CÍVEL
O promotor de Habitação e Urbanismo de Limeira, Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, vai instaurar hoje inquérito civil para apurar as condições de segurança das dependências do Shopping Pátio e as causas do desabamento do teto da praça de alimentação.
O promotor disse que o Ministério Público (MP) acompanhará de perto a apuração do acidente. Ontem mesmo, o Corpo de Bombeiros, a administração do empreendimento e a Prefeitura foram oficiados para que enviassem as primeiras informações para instruir a abertura do inquérito, cuja portaria deve ser baixada hoje, oficialmente.
Embora somente a área da praça de alimentação esteja interditada, o promotor pedirá aos Bombeiros um parecer sobre as condições de segurança de toda a estrutura do empreendimento. “Quero uma avaliação de todas as dependências do shopping. Sabemos que trata-se de um prédio antigo. Neste momento, o MP preocupa-se não só com os funcionários, mas com todos os frequentadores do local e, por isso, precisa ter certeza de que há uma segurança mínima”, disse Bevilacqua.
O promotor disse não ter elementos para avaliar a decisão do shopping em ter aberto as portas ontem - somente a praça de alimentação permaneceu fechada. Bevilacqua adiantou que, se necessário, pode chamar peritos da capital, vinculados ao Ministério Público, para ajudar nos trabalhos de perícia.
O MP estará atento também quanto à questão de reparação de danos, por parte do shopping, às vítimas. “Neste caso, cabem danos materiais, ou seja, vou acompanhar se o shopping se responsabilizou, por exemplo, com assistência médica. Danos morais ficam de fora da esfera de atuação do MP e aí cabe a cada vítima buscar seus direitos”, informou.

Laudo da perícia científica demora ao menos 45 dias

De acordo com Antônio Carlos Giaconi, perito criminal chefe do Instituto de Criminalística de Limeira, a vinda de peritos de São Paulo foi cogitada, mas não será necessária. “O material coletado precisará ser examinado na capital se por tratar de partes grandes para as quais não temos os equipamentos necessários”, explica. Entre as peças, estão estruturas metálicas que caíram.
Giaconi também endossa que a parte que cedeu não influenciou a área restante do shopping. “Exceto pelo risco no local da queda, a estrutura está preservada”, esclareceu.
Ele ressalta ainda que, pelo fato de a construção ser nova, o material não estava desgastado, mas muitos itens demandam exame como o estudo da situação climatológica, velocidade do vento, direção e índice pluviométrico (sobre a distribuição das chuvas).
Ainda assim, o laudo final dependerá do parecer das peças que irão para São Paulo, onde devem chegar dentro de 10 dias. “Até os materiais serem vistoriados de forma que possamos juntar todos os pontos para uma conclusão, levará pelo menos 45 dias”, estima o perito. (Daíza Lacerda)

Dia seguinte: movimento é pequeno; funcionários estão com medo

Os corredores do shopping não apresentavam grande movimentação ontem, durante a tarde. Algumas lojas estavam fechadas e uma parte do prédio - que fica abaixo da praça de alimentação - estava interditada.
Baldes espalhados ajudavam a conter as goteiras vindas do teto. A escada, que dá acesso ao terceiro piso, estava repleta de água. A administração tentava escoar a água que vinha de cima, pois o teto ainda está aberto e choveu muito na manhã de ontem. Cinthia explicou que alguns lojistas optaram por não abrir os estabelecimentos ontem, devido ao fato de o desabamento ter sido muito recente.
A atendente Suelen Carolina Tetzner foi ao local em busca de seus pertences, que ficaram no restaurante onde trabalha. “Fiquei com medo de voltar para pegar minhas coisas, afinal, não sabemos o que pode acontecer”, disse.
Ela e demais pessoas que deixaram na correria os pertences na praça de alimentação estavam preocupadas em conseguir reavê-los. Uma pessoa, que não se identificou, e que deixou a bolsa no local, entrou em contato com a Gazeta em busca de informações. “Há dinheiro, talão de cheque e até a chave do veículo que meu marido utiliza para trabalhar dentro de minha bolsa”, comentou.
A assessoria do shopping informou que a área não foi liberada para a retirada dos pertences, que ficaram no terceiro piso, devido ao tumulto. “Todos os objetos serão recolhidos e guardados na administração, para posteriormente serem devolvidos. As pessoas podem ligar e deixar os nomes para depois os pertences serem repassados”, informou Cinthia.

COMÉRCIO
O presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Limeira (Sinecol), Paulo César da Silva, que também esteve no local da queda, informou que está tentando contato com o Ministério do Trabalho para solicitar a vistoria de um fiscal da segurança do trabalho. “Estamos preocupados com a segurança dos funcionários e também dos consumidores”, declarou.
Ele explica que é responsabilidade de cada um, lojista ou funcionário, cumprir expediente ou não. “Neste âmbito, não há implicações por parte do sindicato”, esclareceu.
Segundo ele, o shopping tem por norma multar estabelecimentos que deixam de abrir, mas neste caso as multas não seriam aplicadas. (Cláudia Trento/Daíza Lacerda)

Publicado na Gazeta de Limeira. Original em pdf aqui.




domingo, 5 de dezembro de 2010 | By: Daíza de Carvalho

Com novas franquias, Shopping Pátio inaugura nova praça de alimentação

Foi inaugurada ontem a nova praça de alimentação do Shopping Pátio Limeira. A mudança da área para o segundo piso já era prevista desde o início da expansão do shopping, que começou no ano passado.
Além das franquias já existentes, o local recebeu outras novas. Spoleto, Habib's, Jin Jin, Montana Grill, Risoto Mix e Rostead Potato são algumas das novas opções, e a expectativa é de receber outras até a próxima fase de ampliação, como explica o gerente geral do empreendimento, Pedro Alliegro Filho. "Devem ser inauguradas mais 50 lojas, como a Renner e a Centauro, além da nova sala de cinema 3D", declarou.
A loja de departamentos Renner será no mesmo piso da nova praça, enquanto a Centauro, de vestuário e materiais esportivos, na área da antiga praça de alimentação, no piso térreo, que receberá ainda outras lojas satélites.
Com a ampliação é grande a expectativa também dos novos franqueados, como Rodrigo Vianna Salles, da Spoleto, do segmento de fast food italiano. "Pretendemos dar seguimento à visão do grupo e, além de criar oportunidades, servir aos nossos clientes da melhor forma possível", diz ele, que tem a projeção de servir 5,5 mil pessoas ao mês.
Juliana Clemente, da franqueadora, confia na prosperidade da nova unidade, que integra os 236 restaurantes Spoleto no Brasil, além de 23 no México e três na Espanha. "Esta deve ser mais uma loja de sucesso", disse.


ÁREA ESPECIAL E INTERNET
O novo espaço reserva mesas especiais para portadores de deficiência, e uma porcentagem dos assentos se destinará a idosos. "Ainda estamos fazendo o estudo da necessidade para este público", informou Alliegro. São 800 lugares para o público. Para atender esta demanda, ele estima que foram criados 200 novos empregos diretos com as novas franquias.
Alguns locais ainda recebiam os últimos retoques antes da inauguração, mas as obras continuam em ritmo acelerado para a próxima fase, prevista para ser inaugurada em abril de 2011. "Será quando as 160 salas do Pátio Office também devem ficar prontas", disse o gerente, se referindo ao empreendimento empresarial do grupo.
Além das novas opções, o visitante agora terá também internet wireless gratuita em toda a praça, o que deve se estender aos três cafés do piso térreo. "Esta é uma tendência em todos os locais que oferecem refeições, tanto para o consumidor navegar, fazer pesquisas e acessar e-mails como para os representantes comerciais, que poderão usar para enviar pedidos ou coisas do tipo", explicou Mário Campos, consultor da empresa que gerencia o serviço.

Publicado na Gazeta de Limeira, também na capa.